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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

MANUTENÇÃO DE CALÇADA PUBLICA

OBRA NA CALÇADA EM FRENTE AO BAR DO CACIQUE



Depois de ser comunicado pelo proprietário do conhecido BAR DO SERENO, encaminhamos, junto com o comerciante a demanda de manutenção de calçada pública para a SECRETARIA REGIONAL DO FONSECA  que atende o bairro do Caramujo, através do COORDENADOR DE RELAÇÕES COMUNITÁRIAS, senhor FABRICIO FERNANDES, que acionou o secretário regional LEONARDO REIS que agiu prontamente para que fosse realizada a obra que a muito trazia insatisfação para os usuários do bar e pedestres que por ali passavam. 

Dessa forma, queremos mais uma vez agradecer a todos envolvidos e passar para a comunidade do Caramujo que estamos cientes de outras demandas que já estão encaminhadas e que logo quando os pedidos forem atendidos pela prefeitura, notificaremos os mesmos. 

Agradecemos ainda a secretária da  SECONSER, senhora DAYSE MONASSA, e sua equipe de rua que tem se empenhado em atender as nossas demandas. 

DIRETORIA DO CPM - CARAMUJO.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

NOTA SOBRE O POSTINHO DO CARAMUJO

Nota sobre a Saúde no Bairro Caramujo




Ontem fiquei de fazer uma nota sobre a atual crise no posto de saúde no Bairro do Caramujo, a qual eu só faria hoje mais tarde depois de uma reunião que farei com alguns parceiros, porém, dado alguns acontecimentos, resolvi adiantar tal nota, que já estava pronta desde o momento que a citei. 

O posto de saúde no Bairro do Caramujo, a muito atende somente como um módulo do médico de família, e motivado por problemas ocorridos na comunidade do Morro do Céu, tem dado espaço ainda para o módulo daquela localidade, o que tem causado desde então certos descontentamento de alguns usuários por não conseguirem entender essa questão, acham que os médicos e técnicos que ali trabalham estão aptos a atender a todos que procuram atendimento ali. Na verdade apto estão, já que são preparados para isso, porém, não o fariam, pois o atual método diz para somente o médico ou técnico que faça o acompanhamento do paciente venha o atender.

Outra questão é o fato de falta de médicos que sempre se ouve reclamações dos usuários. O que consta é que o módulo está com o número de médicos correto para a demanda local, porém, as consultas já não são como antes. Atualmente as consultas devem ser marcadas com antecedência, e isso na maioria das vezes acontece pelo próprio técnico do módulo, que ao visitar o paciente em sua residência faz a marcação no posto, ou em outros casos agenda para que o médico se dirija até a residencia do paciente.

A falta de remédios é outra marca dos atuais problemas que ouvimos virem do antigo posto e atual módulo médico de família. Porém, é de desconhecimento da maioria dos usuários, que se a farmácia do módulo não tiver o remédio, a direção ou ainda o médico responsável, podem fazer a compra desse medicamento em farmácias conveniadas para atender a demanda. Sendo assim, pacientes que tem necessidades de medicamento especiais, tais como para tratamento específicos e de maior urgência não devem ficar sem o mesmo, tendo essa forma de se resolver o problema.

Houve algumas reuniões no módulo e na última foram levantados questões referentes a administração, que me gerou dúvidas, já que não existe mais uma administração local, mas centralizada pela Fundação de Saúde de Niterói, que tem feito uma gestão louvável, com a gerência direta do Prefeito Rodrigo Neves, que junto com o Secretário e também presidente da Fundação Chico D'Angelo, tem inaugurado novos módulos do programa médico de família pela cidade, inaugurou o UAI (para tratamento de dependentes químicos), mamógrafo, tem lutado pela reabertura da emergência do Antônio Pedro, implantou uma ambulância no Hospital psiquiátrico de Jurujuba, trouxe para Niterói um médico do programa federal MAIS MÉDICO, tem implantado na cidade o programa MAIS SAÚDE, e como primeiro ato com o prefeito Rodrigo Neves reabriu a emergência do Hospital pediátrico Getulinho. Como pois a crise nos abateu? Como dizer que estamos em crise?

Penso que o problema não está em si na administração, mas no atual modelo de administração. O molde está superado, o que tem sido defendido também pelo ministério público, e por isso, tem aparecido outras formas de administrar a saúde em nossa cidade. Forma que alguns entendem que não são as mais corretas, mas que tem sido pensada para trazer maior transparência na gestão, melhor facilidade para os gestores públicos em busca sempre de um melhor atendimento aos usuários.

Por tanto, é buscar se informar melhor, e aguardar os ventos positivos, não calado, sem colocar o que se pensa em discussão, mas com entendimento que quando algo está muito enferrujado é necessário um pouco mais de trabalho para que tudo entre nos conformes.

O CPM - CARAMUJO está de olho e do lado certo, do povo do nosso Bairro e de nossa cidade.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Evento Cultural de 'BATALHA DO CONHECIMENTO BÍBLICO'


BOOMerang o RAP de Volta as suas Origens, junto com o CPM - CARAMUJO e a AMACOBAL, tem o prazer de te convidar para o evento 'BATALHA DE CONHECIMENTO BÍBLICO', que se fará realizar no dia 18 de Janeiro, na praça do Bairro do Caramujo - Niterói. 
No evento, se apresentarão artistas de RAP de várias partes do RIO DE JANEIRO, e na Batalha de MCs, haverá a seguinte premiação para os primeiros colocados: Beats, gravação no estúdio caverna de Adulão e mais... 

SEGUE A LISTA DOS MCS QUE VÃO PARTICIPAR DA BATALHA:
Gpo Opg
Valente ÉrrecêDoze
Vitor Cardoso
D'e Sentido Oposto
Chicão Mc
Adriano Silva (Barata 2c)
Deco Rappista
Vinicio Oliveira
Fernando Kpaz Loureiro
Baruch Umsócaminho

Entre outros! 

Teremos ainda alguns grafiteiros criando as suas telas ao vivo e em cores! Você não pode perder.

EVENTO DE FUNDAÇÃO DO CPM - CARAMUJO

Aos Trinta e um dias do mês de Janeiro do ano de Mil Novecentos e Noventa e Um, mais de Cem moradores do Bairro do Caramujo se reuniram em assembleia para discutir sobre a criação de uma figura representativa para todo o Bairro. Entendendo as demandas existentes na comunidade, tais como, falta de saneamento básico (esgoto e água), problemas com a segurança, transporte deficitário, saúde entre outros,  seria necessária uma ação organizada por todos, em comum acordo, para que pudesse se solucionar tais problemas. Tendo como parceiros as Associações de Moradores próximas, tais como a 'AMPAVASC': Vale Santa Clara,  com seu presidente Heitor  Fernandes, 'AMACEU': Morro do céu, com o seu presidente João Carlos T, de Aquino, 'AMAMI', (?), com o seu presidente, Carlos Alberto de Carvalho, 'AMJA': Jerônimo Afonso, com o seu presidente Gedail Batista e a Associação de moradores do Bairro São João, Vila São Jorge e Fonseca Portela, com a sua presidente, Haidée Barros. Fora essas associações que se mostraram parceiras desde a fundação do CPM- Caramujo, estiveram presentes ainda, representantes da Federação das Associações de Moradores de Niterói - FAMNIT.

Ficou decidido nesta reunião a formação da primeira diretoria do Centro Pró - Melhoramento do Caramujo, que teria gestão de OITO MESES com o intuito de organizar os trabalhos e assim abrir para um processo aberto de eleição. A formação da diretoria provisória foi a seguinte:

  • Diretor Presidente: GERALDO CARVALHO
  • Diretor Vice Presidente: WILSON BAPTISTA DE LIMA
  • Secretária Geral: GEDALVA OLIVEIRA DOS SANTOS
  • Diretor de Relações Inter-Comunitárias: ALMIR DA CONCEIÇÃO PEREIRA
  • Diretor de Finanças, Adm, e Patrimônio: LUIZ ANTONIO MELO PINTO
  • Diretor de Atividades Educacionais, Culturais, Esporte e Lazer: ORLANDO C. PEREIRA
  • Diretor de Comunicação e Divulgação: JOVACI DE OLIVEIRA DOS SANTOS
  • Diretor de Assuntos de Saúde: CREUZA DA SILVA ALVEZ 
  • Diretor de Assuntos Jurídicos: ALPÉRIO FERREIRA
  • Diretor de Ação Social: AGENTINA MARTINS DA SILVA 
As reuniões seguintes foram cruciais para o melhor funcionamento da Entidade, e foram marcadas com atitudes de associação de novos sócios, que deveriam contribuir com 2% dos seus salários, de forma mensal para o melhor funcionamento dos trabalhos. Com essa atitude, melhor se organizou os trabalhos, e vários foram os moradores que doaram de espontânea vontade outros valores para a manutenção dos serviços prestados por estes colaboradores. Os valores ainda antes do plano real, chegaram a Trinta mil Cruzeiros. 

As próximas reuniões tiveram a presença de representantes da CLIN, do POSTO DE SAÚDE DA COMUNIDADE, de parceiros PROFESSORES e ESTAGIÁRIOS da UFF, do SECRETÁRIO FOLLY e de outras figuras públicas que participaram direta ou indiretamente do CPM.  Foram tirados datas para realização de projetos na comunidade tais como: 'UM DIA DE FAXINA', 'JOGA FORA NO LIXO' programa de ordem pública com a CLIN e SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE para evitar a EPIDEMIA DE DENGUE. 

Para solucionar a questão do transporte público, se discutiu muito, sendo proposto por alguns depredações e por outros, mais racionais, as ferramentas para conseguir modificar a prestadora deste serviço que no caso, desde então era a AUTO VIAÇÃO INGÁ, pela empresa SANTO ANTÔNIO. Ainda nesse debate se negociava a forma de o ÔNIBUS da linha 34 viesse mais próximo ao CARAMUJO, para atender as demandas existentes. Continuando, se conquistou ainda depois das lutas dessa entidade a vinda para cá da linha 62 (CARAMUJO - CHARITAS). 

continua.....

 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

HISTÓRIA DO BAIRRO CARAMUJO




Caramujo é um bairro de Niterói, onde fica localizada a florália.

Tem como bairros limítrofes, Baldeador, Santa Bárbara, Sapê, Ititioca, Viçoso Jardim e Fonseca.
O Caramujo limita-se com o Fonseca, Ititioca, Santa Bárbara, Sapê, Baldeador e Viçoso Jardim, numa área que constitui o chamado "mar de morros" que se caracteriza pela sucessão de vales e colinas de baixa altitude, bem como a ocupação de encostas pela escassez de áreas planas. O nome Caramujo tem origem no fato de antes haver apenas uma via de acesso e de saída do bairro, a rua Dr. Nilo Peçanha, e pelas demais serem bastante sinuosas, constituindo-se em um lugar onde era necessário "dar muitas voltas" para se chegar ao destino ou para retornar ao ponto de origem.
Atualmente o acesso se faz por todos os bairros com os quais se limita, sendo a rua Dr. Nilo Peçanha, a rua Pastor José Gomes de Souza (antiga rua Colônia) e o caminho Jerônimo Afonso, cujo acesso se faz pela rua São José, as suas principais vias
A ocupação inicial se fez sob a forma de sítios e fazendas, contando com a presença de imigrantes portugueses, italianos e alemães que ali desenvolviam diversas atividades agrícolas e também de comércio, através de casas de "secos e molhados" e de um abatedouro.
Já na década de 50, instalou-se o Grupo Escolar Luciano Pestre como forma de atender às necessidades do bairro quanto à educação, evitando que a população se deslocasse para o Centro de Niterói.
Com relação à educação,encontra-se no bairro unidades de ensino público: a Escola Estadual Luciano Pestre, a mais antiga; a Escola Municipal José de Anchieta, localizada no Morro do Céu; e o CIEP do Caramujo, localizado às margens da Rodovia Amaral Peixoto. Estas escolas atendem também à população de bairros vizinhos como Baldeador e Viçoso Jardim. Cabe ressaltar também a Creche Girassóis, destinada aos filhos dos catadores de lixo e que tem como mantenedora a Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (CLIN).
Com a chegada da Companhia Proprietária Fluminense inicia-se o processo de loteamento do bairro, ocasionando as modificações mais significativas entre as décadas de 50 e 60, que corresponderam a uma sensível redução do número de sítios e fazendas (através do parcelamento), em oposição a um considerável aumento do número de domicílios unifamiliares, que passaram a ocupar também as encostas. A ocupação mais intensa porém, aconteceu nos anos 70, em função do modelo econômico adotado no país que provocou o crescimento e a multiplicação de bairros periféricos, além do recrudescimento da favelização. O antigo Parque da Vicência junto ao Largo do Moura, que já foi um local de passeio e lazer das famílias, encontra-se hoje quase totalmente ocupado.
O comércio do bairro concentra-se ao longo das ruas Dr. Nilo Peçanha e Pastor José Gomes de Souza, e compõe-se de padarias, mercados, farmácias, açougue, lojas de materiais de construção, bares e mercearias. Contudo, apesar de diversificado, conta com número pequeno de estabelecimentos.
Pelo fato de o bairro ser constituído de população que, em sua maioria, é de baixo poder aquisitivo, o comércio local acaba não realizando grandes investimentos ou mesmo uma melhor qualificação, uma vez que a minoria residente que tem acesso a um tipo de comércio mais especializado acaba recorrendo ao já existente em outros bairros, como Fonseca e Centro de Niterói.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.